
Você vai pagar o novo imposto mínimo em 2026?
O gatilho não é ter renda variável. É somar mais de R$ 600 mil de rendimentos no ano — somando o que é tributado e o que é isento. Quem vive de dividendos é quem mais sente, porque paga pouco imposto hoje e passa a ter um piso a cumprir.
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Preencha os valores do ano. Nada é guardado nesta tela.
Salário, pró-labore, aluguéis.
É o rendimento isento que o imposto mínimo mira.
Aplicações financeiras e exterior. Não inclua FII, poupança, LCI, LCA ou CRI — esses ficam de fora.
Seus dividendos vêm de empresa própria?
Muda o cálculo: pode haver um redutor.
O QUE É O IRPF-M
O imposto mínimo cobra um piso de quem tem renda alta — inclusive sobre o que era isento
A Lei 15.270/2025 criou uma tributação mínima de até 10% para quem tem renda alta. Vale a partir do ano-calendário 2026 e é apurada na declaração entregue em 2027. A conta soma rendimentos tributáveis e também rendimentos isentos, como dividendos. Quem já paga imposto alto sobre a própria renda pode não dever nada a mais. Quem vive de dividendos pouco tributados é o mais exposto.
ENTRA NA BASE
- Salário, pró-labore e aluguéis
- Dividendos e JCP
- Aplicações financeiras
- Rendimentos do exterior
- Ganho de capital em bolsa
FICA DE FORA
- FII e Fiagro
- LCI, LCA, CRI e CRA
- Poupança
- Debêntures incentivadas
- Ganho de capital fora de bolsa (imóveis)
Para contadores e assessorias de investimento
Seus clientes vão perguntar sobre o IRPF-M. Ajude-os com apuração de verdade.
Dois clientes com o mesmo patrimônio podem ter exposições completamente diferentes: muda a origem dos rendimentos, o imposto já pago e a estrutura das empresas. Só a apuração individual revela quem precisa agir — e quem pode ficar tranquilo.